domingo, 9 de julho de 2017

Relembrando Parte 02

Nesta publicação, eu quero descrever algumas peculiaridades que eu acho que só aconteciam na comunidade de Morros, como:a paróquia tinha ou tem dois padroeiros: Nossa Senhora Aparecida e São Bernardo. Também naquele tempo, as celebrações durante a semana aconteciam assim: a segunda-feira era dedicada aos mortos,  como também o mês de novembro. Na terça-feira se destacava os santos anjos.Na quarta-feira se evidenciava mais são José. A quinta-feira era para adoração e louvores à Santa Eucaristia. A sexta-feira se consagrava ao Coração de Jesus e o sábado a Nossa Senhora.

Mas, uma das celebrações que mais me encantou quando eu vi pela primeira vez, foi a bênção do Santíssimo. A opulência do Ostensório, o majestoso luzir produzido pelo reflexo da luz da igreja, foi para mim , um acontecimento de excepcional grandeza. Até hoje , de vez em quando, eu revivo tamanha beleza.



domingo, 2 de julho de 2017

Relembrando

Parte 1

Depois de décadas de existência, graças a Deus, eu olho para trás e sinto uma grande alegria e tranquilidade com algumas tarefas realizadas, tendo a sensação do dever cumprido. Sei que nunca se deve parar,  mas é hora de  ver outros  "atores em cena". A vida é como uma fonte  que tem água a oferecer. Por isso , eu peço a cada pessoa: me dá um copo de tua água. Conta-me alguma passagem de tua história. Ela é muito importante! Não é igual à de ninguém. Não é melhor e nem pior. É diferente! E é aí que se visualiza um mistério.
Nesta primeira parte de Relembrando, vou colocar aqui uma daquelas recordações que teimam, de vez em quando, em vim à tona.
Burgos, a comunidade  onde nasci, tinha  há muitos anos , poucas casas. Hoje deve ter na faixa de oitenta (80). Lá só tinha uma sala de aula e uma professora, que ensinava até a segunda série primária. Então, tivemos que sair de lá para estudar na cidade de Morros, próxima da nossa cidade de Axixá.
Sou muito grata a todos e todas que proporcionaram essa formação a muitas meninas e moças daquelas comunidades.
Porém o que eu quero  contar é que quando eu ia passar férias lá em casa, o que me entristecia, era a hora de voltar para o lugar onde ia estudar, porque no momento de pedir a bênção a mamãe, ela ficava chorando. Mas dizia: "vai estudar minha filha".
Papai me colocava no cavalo e a gente saía.Ele conversava até chegar ao nosso destino.Isso acontecia com cada uma das filhas.
Hoje, graças ao bom Deus, quase todo mundo pode estudar na sua própria localidade. Isso é muito bom!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Alguns Provérbios



"É melhor ser paciente no trânsito do que no hospital."

"É melhor perder um minuto na vida do que a vida em um minuto."

"Quem espera, senta e cansa."

"Quem com ferro fere, vai  para a cadeia."



Reflexão Cotidiana


"Violência é ignorância. O remédio para a ignorância é a educação."


"Podem tentar cortar todas as flores. Mas, jamais acabarão com a primavera."


"O espetáculo na sociedade corresponde a uma fabricação concreta da alienação..."



domingo, 4 de junho de 2017

Eu Entendo Que...

"A matemática é imprescindível e está dentro e em volta de todos nós e em tudo o que acontece em nosso planeta."

"Professor, a profissão que forma todas as profissões."

"A sociedade muda quando os indivíduos que vivem nela mudam."

"O sabor da vida depende de quem tempera."

domingo, 21 de maio de 2017

A Família Mãos

A família mãos era grande  amiga da família pés.
Passou o tempo e as duas filhas das duas famílias cresceram. E aí, um dia na escola, as duas meninas brigaram por causa de um garoto, que as duas gostavam. Falando que só uma ficaria com ele. Então elas ficaram brigadas por alguns dias. Até que um dia, o garoto disse de quem ele gostava. Então uma saiu triste depois da fala dele. O menino disse que gostava de Émile, filha da família mãos. Por isso Júlia, filha da família pés, ficou muito triste.  Vendo a tristeza da colega, a filha da família mãos terminou o namoro com o garoto. Elas, depois desse episódio, ficaram amigas para sempre.

Moral da estória: é melhor ficar só, momentaneamente, do que machucar alguém que amamos.

Esta estória é da autoria do menino, meu neto, Lucas Cauã.



terça-feira, 9 de maio de 2017

Pode Acreditar

Pensa numa maldade. Multiplica-a por dez, cem, mil vezes. O produto dessa conta, é o que estão preparando para ser jogado sobre nós, caso não haja reação à altura dessas medidas arbitrárias e desastrosas contra as nossas vidas.
Para entendermos melhor o emprego impiedoso de ações implacáveis contra o povo brasileiro, precisamos saber que elas se baseiam na implementação gananciosa e desmedida pelo lucro, colocando as pessoas em trabalho análogo ao trabalho escravo. Tu entenderás melhor o que estou dizendo se leres , entre outros, o livro: A Armadilha da Globalização O assalto à democracia e ao bem-estar social, dos autores: Hans-Peter Martin & Harald Schumann, publicado pela editora Globo.
Precisamos nos mobilizar para podermos enfrentar tamanha insensatez.

Pensamento: "Quando se rompe a democracia pelo poder judiciário, desembarca-se na barbárie".